Recorde as incidências da partida
Luis de la Fuente destacou o trabalho de Oyarzábal após os dois golos do jogador de Guipúscoa.
"Quando se diz que falta um matador... Somos uns privilegiados, e não apenas com o Mikel. Conheço-o desde 2015, quando jogava como médio ofensivo. É que faz tudo bem. Pode vir a ser um grande treinador, pela forma como entende o futebol. Temos dificuldade em valorizar o que é nosso. É um dos melhores do mundo", afirmou.
O selecionador de Espanha referiu-se também ao regresso do Rodri à titularidade: "É a bússola da seleção e o melhor do mundo na sua posição, com o devido respeito ao Zubimendi. Já está ao seu nível, quando fala todos o ouvem".
Confiança em Unai Simón
Luis de la Fuente comentou ainda o debate em torno da baliza. "Não tenho qualquer dúvida, porque sei que os quatro são uma garantia. Em tudo. Apoiam-se uns aos outros. É pena ter de deixar um sem vestir. Aproveitemos este nível de guarda-redes. Não preciso de reafirmar o Unai. Seria injusto não valorizar o que faz, o que é, o seu percurso. Sejamos justos, não nos deixemos levar por modas ou debates. Cada coisa a seu tempo. Mudar na baliza é sempre mais especial", explicou.
A estreia do Víctor Muñoz foi outro dos temas abordados na conferência de imprensa: "É muito humilde. Mais um que se junta à causa. Só lhe peço que continue assim, pois é a melhor forma de crescer".
O selecionador de Espanha destacou igualmente o jogo do Marcos Llorente: "É muito completo. Interpreta e executa o futebol muito bem, e em várias posições. Dá-nos profundidade, segurança, estabilidade defensiva... Contribui muito dentro e fora de campo. Agora todos encaram o futebol como ele".
Por fim, outro nome em destaque foi o Fermín López: "A melhor forma de ganhar estatuto aqui é render como ele faz no seu clube. O seu desempenho exige oportunidades. É uma excelente notícia o rendimento que tem apresentado".