Pelé estabeleceu uma dinastia ao vestir a camisa 10 da Seleção Brasileira nas quatro Copas do Mundo que disputou. O casamento com o número começou em 1958, quando ele herdou a camisa de forma totalmente aleatória, e teve continuidade em 1962, 1966 e 1970.
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Agora, se Neymar entrar em campo no Mundial deste ano com a mesma numeração, igualará a histórica marca de longevidade do Rei. O astro do Santos já foi o dono da 10 nas Copas de 2014, 2018 e 2022.
Além do simbolismo da camisa, Neymar chega ao torneio consolidado como o maior artilheiro da história da Seleção Brasileira em jogos oficiais: são 79 gols marcados, à frente do próprio Pelé, que soma 77 na contabilidade da entidade máxima do futebol mundial.
Esta também será a quarta Copa do Mundo da carreira de Neymar. Nas últimas três edições, sua melhor participação individual foi em 2014, quando marcou quatro gols em cinco jogos. Naquela ocasião, no entanto, ele se lesionou nas quartas de final contra a Colômbia, tornando-se um desfalque de peso no fatídico 7 a 1 aplicado pela Alemanha na semifinal.
Nas duas Copas seguintes, Neymar e a Seleção Brasileira caíram na fase de quartas de final. Somados os torneios da Rússia e do Catar, o camisa 10 esteve presente em oito jogos, balançando as redes quatro vezes e distribuindo duas assistências.
Com a convocação deste ano, Neymar também se tornou o primeiro jogador do Santos em um Mundial desde a presença de Robinho em 2010.