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Premier League: Leeds agarra boia de salvação e agrava a crise do condenado Burnley (3-1)

Recorde aqui as incidências do encontro

Com a descida já confirmada, o Burnley jogava apenas pelo orgulho, mas o início da partida esteve longe de mostrar uma equipa a querer limpar a face.

O Leeds assumiu as rédeas desde o apito inicial e adiantou-se cedo no marcador: um remate de longe de Anton Stach parecia inofensivo, mas acabou por bater Martin Dúbravka junto ao primeiro poste. Stach esteve perto de assistir para o segundo pouco depois, mas Ao Tanaka atirou por cima da barra.

O Burnley apenas parecia capaz de criar perigo através de erros do Leeds e, apesar de ter equilibrado o jogo territorialmente, nunca ameaçou verdadeiramente a baliza de Karl Darlow. A equipa de Mike Jackson chegou ao intervalo sem um único remate enquadrado e com um xG (golos esperados) de apenas 0.05, refletindo uma primeira parte paupérrima.

Tal como se previa perante a ineficácia ofensiva dos visitantes, o segundo golo do Leeds acabou com a história do jogo. Surgiu logo aos 10 minutos da segunda parte, após uma jogada coletiva finalizada por Noah Okafor, que desviou com precisão um cruzamento de Jayden Bogle. O terceiro não tardou, com Dominic Calvert-Lewin a aproveitar uma defesa incompleta de Dúbravka a remate de Tanaka para encostar na pequena área.

Aos 65 minutos, Florentino Luís entrou para o lugar de Josh Cullen na tentativa de dar mais critério ao meio-campo do Burnley. A equipa ainda mostrou algum caráter na reta final: viu um golo ser anulado a Lucas Pires, antes de Loum Tchaouna conseguir finalmente reduzir com um remate forte dentro da área.

Contudo, o golo não passou de um prémio de consolação. A noite pertenceu ao Leeds, que passou a somar nove pontos de vantagem sobre a zona de descida, carimbando quase em definitivo a permanência no escalão principal a três jornadas do fim.

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