Recorde as incidências da partida
Apesar de enfrentar um adversário teoricamente mais frágil, o Botafogo revelou muitas dificuldades na definição dos lances ofensivos, somando apenas três remates enquadrados em 14 tentativas. O encontro marcou a estreia do treinador português Franclim Carvalho no comando técnico do Glorioso.
O Caracas mostrou desde cedo as suas limitações técnicas, apostando num bloco baixo e na exploração do erro adversário. O Botafogo assumiu maior posse de bola e iniciativa, mas teve dificuldades em criar perigo junto da baliza venezuelana.
Aos 25 minutos, foi assinalada grande penalidade por falta sobre Matheus Martins, mas o árbitro reverteu a decisão após intervenção do VAR.
A previsibilidade da equipa carioca acabou por ser castigada perto do intervalo. Aos 43 minutos, Wilfred Correa aproveitou uma sobra à entrada da área e, com um remate colocado, colocou o Caracas em vantagem, levando o Botafogo para o descanso sob assobios.
A reação surgiu logo no início da segunda parte. Arthur Cabral, lançado ao intervalo, empatou aos 50 minutos. O avançado ainda esteve perto da reviravolta aos 72, ao acertar na trave, num período em que o Botafogo aumentou a pressão, embora sem grande clarividência no último terço.
Apesar da tentativa de assalto final, a equipa brasileira continuou a evidenciar dificuldades na criação de oportunidades claras, permitindo ao Caracas segurar um resultado positivo fora de casa.