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Jardim minimiza erros do Flamengo contra o Vitória e faz previsão: "O futuro será promissor"

Recorde as incidências do encontro

Mas as chances perdidas pelo clube não preocupam Leonardo Jardim, que vê as falhas de conclusão como consequência do alto volume de criação da equipa. 

"A minha experiência no futebol diz que quando criamos um número de situações, como foi o caso desses últimos dois jogos, e não concretizamos tanto, o futuro será promissor porque vai haver um momento em que as bolas vão começar a entrar", projetou o técnico português.

"Fico preocupado quando não criarmos. Gosto que as minhas equipas criem. Porque vai haver um momento que as coisas vão correr bem. Por isso, é importante criar. Para uma equipa da dimensão do Flamengo, é importante criar um jogo ofensivo. E um jogo ofensivo é isso", acrescentou Jardim em conferência de imprensa. 

O comandante rubro-negro também justificou as entradas de Arrascaeta e Saúl no intervalo, substituindo Cebolinha e De La Cruz, respetivamente. 

"As duas substituições, mais do que técnicas, foram pelas dificuldades que o adversário estava a colocar. Nós ganhamos só 10 duelos (no primeiro tempo). Com a entrada do Saúl no meio-campo aumentamos a envergadura, com o Bruno Henrique na ala tivemos mais capacidade nos duelos e aí conseguimos colocar a bola no chão. Contra equipas que abusam do jogo direto não podemos entrar no jogo delas. As primeiras substituições tiveram a ver com essa situação", explicou.

Vitória e Flamengo voltam a enfrentar-se no dia 14 de maio, no Barradão, para a 2.ª mão da Taça do Brasil. Antes da decisão, o conjunto de Leonardo Jardim terá uma sequência pesada, com quatro dos próximos cinco compromissos longe de sua casa. Ciente do desgaste, o técnico destacou a importância dos adeptos, que comparece sempre em peso para apoiar o Rubro-Negro fora de casa.

"Assim como fomos jogar contra o Botafogo, ou outros jogos, a ideia do coletivo fora de casa e em casa tem de ser semelhante. No Flamengo temos uma coisa boa, temos sempre nossos adeptos conosco, e isso vai permitir sempre estarmos em casa. Os adeptos, pelo que eu senti quando estava em outro clube, o Flamengo arrasta sempre muitas pessoas. Em casa ou fora, temos de ser Flamengo", concluiu. 

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