O técnico gaulês, que estará presente em mais um Mundial, recordou as finais perdidas no Euro-2016 e no Mundial-2022 e recordou o golo de Éder, na final disputada no Stade de France, que, segundo o próprio, e com indicações da FIFA, devia ter sido invalidado.
"Olhando para trás, ambas as finais doeram porque foi por muito pouco. Até acabei por ser informado, durante uma reunião da FIFA, que o golo de Portugal não teria sido validado caso o VAR existisse, devido a uma falta no início da jogada. Mas claro que isso não muda a história", afirmou Deschamps, em declarações ao jornal Ouest-France.
O treinador francês refere-se a uma alegada falta de João Moutinho no início da jogada que antecede o golo de Éder.
Apesar da mágoa, Deschamps considera que a final do Mundial perdida frente à Argentina acabou por ter mais peso.
"Se tivesse de escolher a que custou mais, diria 2022. Foi uma oportunidade à escala global. Não gosto de falar de arrependimentos, mas sim de desilusões. A de 2016 custou porque não conquistávamos um título desde 2000. Felizmente, muitos daqueles jogadores estiveram depois em 2018 (no Mundial). O que aconteceu no Catar também custou, porque ser campeão do Mundo é a melhor coisa que há", acrescentou.