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Quem venceria o Mundial-2026 se fosse disputado nas redes sociais?

O Instagram, em particular, é agora o termómetro da popularidade global de equipas e jogadores, uma arena virtual onde milhões de adeptos acompanham cada treino, convocatória ou simples conteúdo publicado pelas federações.

Confira o calendário do Mundial-2026

Partindo dessa reflexão, analisamos os perfis de Instagram das 48 seleções participantes do Mundial-2026 para descobrir quais são as mais seguidas do mundo. E se o Mundial-2026 fosse disputado online, em vez de dentro das quatro linhas, o veredito já estaria escrito: Portugal era campeão do Mundo!

Quem domina o ranking é, de facto, Portugal, que supera a marca de 21,5 milhões de seguidores. Um número impressionante, inevitavelmente impulsionado pelo efeito Cristiano Ronaldo, ainda hoje uma das figuras desportivas mais influentes do planeta.

Atrás dos portugueses está o Brasil, com 20,1 milhões. A seleção canarinha continua a ser uma potência mundial não apenas em campo, mas também ao nível mediático, graças a uma tradição que fascina gerações de adeptos em todos os cantos do globo.

A França completa o pódio, com 16,7 milhões de seguidores. Os vice-campeões mundiais contam com uma geração de estrelas que vai de Mbappé a Dembélé, passando por Camavinga e Tchouaméni, símbolos de uma seleção jovem e global.

Logo fora do pódio está a Argentina, que atinge 14,4 milhões. O efeito Lionel Messi continua a ser devastador, também nas redes sociais, com a Albiceleste a permanecer como uma das equipas mais amadas e seguidas do mundo, após o triunfo no Catar.

Fechando o Top 5, a Inglaterra aparece com 12,3 milhões de seguidores. Os Três Leões confirmam a força da marca Premier League e o apelo internacional dos seus talentos.

Seguem-se outras grandes potências do futebol mundial. O México supera os 7,4 milhões de seguidores, seguido por Espanha (7,3 milhões) e Alemanha (7,1 milhões), enquanto Marrocos confirma o crescimento do seu movimento no futebol, também nas redes, com 6,9 milhões de seguidores, embalado pelo entusiasmo após os últimos sucessos internacionais.

Mais distantes aparecem Países Baixos (2,8 milhões), Estados Unidos (2,5), Argélia (3 milhões) e Egito (1,5), enquanto seleções como Jordânia, Equador, Bélgica, Arábia Saudita, Senegal e Japão superam, todas elas, a marca de um milhão de seguidores.

No fim da lista, por outro lado, encontramos federações com uma presença digital ainda limitada: Tunísia (45 mil), Nova Zelândia (47 mil), Bósnia (84 mil), Curaçau (89 mil) e África do Sul (122 mil).

Felizmente, contudo, o Mundial-2026 continuará a ser decidido no campo e não pelo número de seguidores. Mas será interessante observar o quanto crescerão as comunidades digitais das várias seleções antes, durante e depois do torneio mais aguardado do planeta. Porque hoje o futebol é vivido em noventa minutos... mas é contado vinte e quatro horas por dia.

Os seguidores das 48 seleções do Mundial-2026:

Portugal: 21,5 milhões

Brasil: 20,1 milhões

França: 16,7 milhões

Argentina: 14,4 milhões

Inglaterra: 12,3 milhões

México: 7,4 milhões

Espanha: 7,3 milhões

Alemanha: 7,1 milhões

Marrocos: 6,9 milhões

Colômbia: 5,4 milhões

Turquia: 4,3 milhões

Argélia: 3 milhões

Países Baixos: 2,8 milhões

EUA: 2,5 milhões

Uruguai: 1,6 milhão

Egito: 1,5 milhão

Arábia Saudita: 1,2 milhão

Senegal: 1,2 milhão

Japão: 1,2 milhão

Jordânia: 1,1 milhão

Equador: 1,1 milhão

Bélgica: 1,1 milhão

Paraguai: 961 mil

Coreia do Sul: 939 mil

Irão: 931 mil

Croácia: 876 mil

Noruega: 593 mil

Escócia: 589 mil

Suécia: 550 mil

Uzbequistão: 528 mil

Iraque: 463 mil

Panamá: 452 mil

Canadá: 432 mil

Austrália: 390 mil

Catar: 390 mil

Suíça: 365 mil

Gana: 303 mil

Costa do Marfim: 293 mil

RD Congo: 272 mil

Haiti: 272 mil

República Checa: 246 mil

Áustria: 198 mil

Cabo Verde: 123 mil

África do Sul: 122 mil

Curaçau: 89 mil

Bósnia: 84 mil

Nova Zelândia: 47 mil

Tunísia: 45 mil

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