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Liga das Nações: Selecionador da República da Irlanda quer "vencer a guerra" contra Israel

É injusto que os jogadores se encontrem nesta situação e que nós estejamos nesta situação”, lamentou o treinador islandês, revelando esse desconforto em vésperas de um particular frente ao Catar, desagradado com a presença de Israel nas competições internacionais.

Vários responsáveis políticos pró-palestinianos e figuras do futebol apelaram à federação irlandesa para boicotar estes encontros, em protesto contra o “genocídio” que acusam Israel de cometer em Gaza.

Acho que a melhor resposta para nós é simplesmente ganhar este jogo, ganhar esta guerra contra eles (Israel). Seria uma resposta perfeita do meu ponto de vista”, desejou o técnico.

A República da Irlanda integra o Grupo B3 da Liga das Nações, juntamente com Áustria, Kosovo e Israel, que vai defrontar em 27 de setembro, como visitado, e, novamente, como anfitrião, em 04 de outubro.

Em novembro, a Federação Irlandesa adotou uma moção a pedir à UEFA que suspendesse imediatamente Israel de qualquer competição internacional, mas não recebeu qualquer apoio por parte do organismo que rege o futebol europeu, lesto a excluir a Rússia e a cúmplice Bielorrússia pela invasão à Ucrânia, em fevereiro de 2022.

Antes, em outubro, Heimir Hallgrimsson já fazia parte dos muitos que na República da Irlanda exigiam a exclusão de Israel das competições internacionais.

Israel disputou a qualificação para o Mundial2026 na Hungria e deve realizar os jogos para a Liga das Nações em campo neutro.

O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, informou na terça-feira que pelo menos 906 pessoas morreram e 2.747 ficaram feridas em ataques israelitas desde que o acordo de cessar-fogo com Israel entrou em vigor em 10 de outubro de 2025.

Mais de 72.800 pessoas foram mortas por Israel e 172.800 ficaram feridas após os ataques do Hamas em 2023.

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