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Campeão sem fronteiras: Gonçalo Guedes conquistou seis títulos em três países

Recorde aqui as incidências do encontro

O avançado português teve um papel secundário no encontro disputado na capital andaluza, já que assistiu Ander Barrenetxea naquele que é agora o golo mais rápido de sempre em finais do torneio. Essa incursão pela ala esquerda foi, sem dúvida, o momento mais marcante. Além disso, foi também ele que conquistou a grande penalidade que ditou o 2-1 ao descanso, ao ser atropelado por Juan Musso.

Quanto às estatísticas globais, 74% de passes certos, dois remates, 44 toques na bola – dois deles na área adversária – e nenhum drible conseguido.

Não é a primeira vez que Guedes ergue a Taça do Rei, já que triunfou há mais de cinco anos com um Valência que atualmente apenas pensa em manter-se entre os grandes. Nessa final de 2019, Gameiro colocou os ches em vantagem e Rodrigo aumentou a diferença ainda na primeira parte. Depois, aos 72 minutos, Messi reduziu a desvantagem e deu esperança ao Barcelona, que acabou por se contentar com o segundo lugar.

Antes disso, quando ainda jogava em Portugal, o avançado somou vários êxitos: venceu quatro vezes o campeonato nacional, ergueu a Taça de Portugal em 2017, a Supertaça nesse mesmo ano e a Taça da Liga por duas ocasiões. Todos estes títulos, aliás, ao serviço do Benfica.

Depois do Valencia, Guedes decidiu aventurar-se no Paris Saint-Germain, onde era muito mais difícil assumir protagonismo. Em termos de títulos, porém, era uma aposta quase certa. E assim foi: conquistou a Ligue 1, a Taça de França e a Supertaça. Apenas em duas equipas, Wolverhampton e Villarreal, não conseguiu levantar qualquer troféu, enquanto na Real Sociedad pode conquistar o segundo, na Supertaça de 2027.

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