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Dorival e a saída do Corinthians: "Pior momento da história do clube"

Num vídeo de despedida, Dorival revelou que, logo após a eleição do presidente Osmar Stábile, chegou a oferecer um acordo amigável para deixar o Corinthians.

"Em dezembro falei com o presidente Osmar Stábile, colocando-me à disposição para que fizéssemos um acordo amigável, até porque eu não tinha sido contratado por ele, nem pelo futuro diretor de futebol que viria a assumir o clube (Marcelo Paz)", contou.

"Naquele momento, o presidente disse que não, que nós iríamos até o final do seu mandato. Sabendo que teríamos um ano muito difícil, quatro competições para disputar, eu realmente fui insistente. Perdemos 11 elementos e trouxemos apenas sete. Lutei pela melhor condição do clube, pois o nível de exigência seria maior", completou.

Apesar da saída conturbada, o técnico fez questão de exaltar a conquista da Taça do Brasil, contra o Vasco, em dezembro do ano passado, e a Supertaça Rei, sobre o Flamengo, no início de 2026.

"Foram momentos únicos e marcantes, o que vimos em dezembro de 2025, lá no Maracanã, e principalmente a invasão a Brasília em fevereiro de 2026", disse: "Vivemos o pior momento da história do clube e mesmo assim, com a união, com as forças que equipa técnica, jogadores e principalmente os adeptos que nos mostraram, conseguimos conquustar dois grandes títulos nacionais ao Corinthians", afirmou

Dorival Júnior chegou ao Timão em abril de 2025 e foi despedido após a derrota com o Internacional (1-0) este domingo. Com a Libertadores pela frente, a Direção decidiu pela saída do treinador, que vivia um jejum de nove jogos sem vitória (cinco empates e quatro derrotas).

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