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Grosso sobre a eliminação de Itália: "Não deve transformar-se numa caça ao culpado"

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Na antevisão do Sassuolo-Cagliari, o técnico sublinhou a necessidade de repensar o caminho do futebol italiano e defendeu uma aposta real nos jovens para reconstruir o futuro da seleção.

"Estado de espírito após a eliminação de Itália? É o mesmo que une todos nós italianos, porque infelizmente queríamos muito, tentámos regressar a um lugar onde já não estávamos há muito tempo e, infelizmente, não conseguimos. Depois há muitas reflexões e pontos a analisar, é um percurso longo que exige pessoas competentes para fazer as avaliações certas. Lamento não poder ver este Mundial com os meus filhos", disse.

"Se Kean ou Pio tivessem marcado, o que teria acontecido? Parece uma pergunta simples, mas por trás dela há muitos temas que podem ser aprofundados. Agora estou noutra função e focado no que estou a fazer, mas não deve transformar-se numa caça ao culpado a cada momento, todos fazemos parte de um movimento que tem de tentar erguer-se, sabendo que o caminho é muito longo. Muitas vezes já dissemos as mesmas coisas, mas talvez não acreditemos verdadeiramente, como colocar os jovens no centro do processo e a sua vontade de se tornarem protagonistas", acrescentou.

Por fim, sobre o bósnio Muharemovic, que vai estar no Mundial: "O Tarik já regressou, ainda não o vi, vou vê-lo hoje. Depois do Thorstvedt, vamos felicitá-lo porque esteve muito bem e estamos obviamente felizes por ele, estamos tristes por nós, mas contentes por ele.

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