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Athletico-PR quebra jejum contra o Coritiba e sobe ao 6º lugar no Brasileirão

O Furacão não derrotava o seu rival desde o primeiro turno da Série A de 2023, em maio daquele ano. Os seis encontros seguintes terminaram com três vitórias do Coritiba e três empates. 

Confira a classificação completa do Brasileirão

O Athletico-PR chegou a 13 pontos em sete jogos e pode igualar as campanhas de Fluminense (3º) e São Paulo (2º) se vencer a partida que está devendo, em casa contra o Botafogo no próximo domingo (29).

O Coritiba, quase sem produçao ofensiva ao longo dos 90 minutos, têm os mesmos 13 pontos, mas em oito jogos, e aparece em sétimo lugar. Seu próximo compromisso será em 1º de abril contra o Vasco.

Athletico-PR no controle

O Athletico-PR assumiu a iniciativa do clássico desde os primeiros minutos. Chegou perto de 70% de posse de bola, cavou alguns escanteios e encurralou o Coritiba em seu campo de defesa.

O Coxa não tinha válvulas de escape e mal passava do meio-campo, mas estava conseguindo impedir que o Furacão transformasse aquele domínio territorial em chances claras de gol. Até não conseguir mais.

A única finalização do Furacão nos primeiros 20 minutos foi uma batida da entrada da área de Viveros. A segunda foi o primeiro gol do Athletico contra o Coritiba em cinco clássicos.

Ótima jogada de Julimar, que disparou pela direita, foi à linha de fundo e encontrou a chegada de Dudu.

Furacão mata o jogo

O Coritiba começou o segundo tempo tentando uma postura diferente. Subiu 20 pontos percentuais na sua posse de bola, mas simplesmente não conseguia criar. Sua única finalização havia sido aos oito minutos da etapa inicial.

O Athletico também não esperou para ver se o rival se encontraria e, após uma cobrança de falta para a área, Gastón Benevídez ajeitou de cabeça e Kevin Viveros dobrou a vantagem do time da casa. 

Nem contra a parede o Coritiba conseguiu aumentar sua produção ofensiva. Seu primeiro escanteio saiu aos 25 minutos da etapa final. Ainda não havia dado sua segunda finalização na partida. 

Conseguiu fazer o goleiro Santos trabalhar apenas aos 27. Ele trabalhou bem, desviando a batida de JP Chermont por cima do travessão, mas o Athletico não teve grandes problemas para administrar sua vantagem. 

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