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Arbeloa e o desaire em Maiorca: "Esta derrota é toda e absolutamente minha"

Reveja aqui as principais incidências da partida

LaLiga: "É evidente que a LaLiga está mais complicada do que antes do início do jogo. Faltam-nos oito jornadas e, basicamente, o que disse aos jogadores foi que, independentemente de como esteja a liga, o nosso próximo objetivo é vencer os oito jogos que restam. Para isso, temos de jogar melhor do que hoje e apresentar um nível muito mais elevado. Temos consciência de que tudo ficou mais difícil porque restam menos jornadas e a distância esta noite pode ser maior, mas o nosso objetivo tem de ser o mesmo".

Pouca presença na área adversária: "Seguramente devido ao contexto do jogo. A ansiedade de nos vermos em desvantagem no marcador, a paciência que devíamos ter tido, mesmo sabendo que ia ser mais complicado e que íamos encontrar um Maiorca num cenário mais favorável para eles, a fechar-nos muito mais os espaços e também com mais energia por estarem em vantagem. Talvez não tenhamos tido essa paciência nem fizemos aquilo que trabalhámos durante a semana, nem conseguimos rodar o jogo e criar mais situações de um para um nas alas. Faltou-nos muito na segunda parte e penso que fizemos uma primeira parte bastante melhor do que a segunda. Sinto que precisávamos de algo mais na segunda parte, com mais energia e ideias mais claras".

Maior preocupação após a derrota:  "Para mim é muito mais fácil perceber a dificuldade do jogo, a dificuldade do adversário, o contexto e de onde vimos. Para mim é fácil ver isso, depois, o complicado é que os jogadores percebam que hoje, sem darem 200%, não íamos vencer. Apesar de termos feito uma primeira parte em que fomos superiores, num desajuste eles marcaram um golo. Aqui, basta um momento de distração, não ajustar bem, perder uma marcação, não a seguir e isso custa um golo. E quando não consegues ser eficaz na finalização e o adversário consegue, no fim acaba por se pagar caro porque isto é a elite, isto é a Primeira Divisão. Não termos feito uma segunda parte muito melhor do que fizemos é o que mais me dói".

Derrota mais dos jogadores do que do treinador: "Não. Esta derrota é minha e disse-o aos jogadores. É toda e absolutamente minha e o que preciso deles é que já estejam a pensar no jogo de terça-feira. Quando saírem do balneário, este jogo tem de estar terminado para eles. Sou eu que tomo as decisões, sou eu que faço a convocatória, sou eu que faço as substituições, sou eu que escolho como temos de jogar e esta derrota é absolutamente do treinador do Real Madrid e preciso que os meus jogadores acreditem em vencer o jogo de terça-feira. Nesse jogo tão importante que temos na Champions, em poder dar o melhor de si numa competição que para nós é fundamental, com um público que vai apoiar, contra um adversário fortíssimo. Por isso, quando saírem do balneário, só têm de pensar no Bayern Munique".

Regresso de Bellingham: "É normal que tenha pouco ritmo porque esteve muitas semanas fora. No dia do Atlético de Madrid penso que jogou 20 minutos. Hoje foi um pouco mais de meia hora e a ideia é que possa continuar a ganhar ritmo competitivo. Não podemos esperar que o Jude Bellingham esteja no seu melhor nível sem praticamente ter jogado. Este é o segundo jogo que faz depois dessa paragem, por isso é preciso ter paciência com ele".

Repercussão desta derrota: "Sei do que os meus jogadores são capazes. Sei que percebem a importância do jogo de terça-feira e há dias em que as coisas não correm bem, como aconteceu hoje. Por isso, é preciso mudar já o chip, preparar bem esse jogo, porque também não temos muito tempo e a exigência vai ser máxima na terça-feira. Tenho a certeza de que o madridismo nos vai proporcionar mais uma noite de Champions, como tem feito e como nos tem apoiado nos últimos jogos e, sem eles, sabemos que tudo é mais difícil e com eles tudo se torna muito mais fácil".

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