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João Simões (Sporting) e o regresso à Seleção sub-21: "Para mim é uma honra e um orgulho"

Regresso após dispensa por lesão na última convocatória: “Acima de tudo muito feliz e mais uma vez orgulhoso de estar de volta à Seleção. O topo do futebol é a Seleção Nacional e para mim é uma honra e um orgulho. Infelizmente no último estágio saí por lesão, mas estou muito feliz por estar cá e sou mais um para ajudar”.

Evolução no Sporting: “Trabalho sempre para evoluir. Obviamente que o meu sonho é estar aqui na Seleção, porque é sinal do trabalho que foi feito no clube e o clube também deve dar graças por estar aqui”.

Mensagem para Nuno Santos: “É um grande jogador, infelizmente voltou a lesionar-se, mas é um guerreiro e vai ultrapassar isso”.

Maior utilização na Champions do que na Liga: “Acima de tudo o meu foco neste momento é na Seleção. Estou aqui porque tive minutos no clube, independentemente de onde e quando foi. O mais importante é que estou aqui e focado nos jogos que temos pela frente. Obviamente que todos têm diferentes experiências e diferentes contextos e são só mais um para ajudar, como já referi”.

Qualificação sem sofrer golos: “O nosso objetivo é chegar ao Europeu. Com zero golos sofridos, com o que for, queremos fazer a melhor prestação possível. Esses dados são só mais um facto do nosso trabalho, do que temos feito e da forma como trabalhamos e levamos os jogos de forma séria e sempre com o objetivo de fazer o melhor possível por Portugal”.

Motivação após menor utilização no Sporting: "O meu momento atual é na Seleção, comecei agora o estágio e estou focado nisso. Trabalho sempre no clube para ter a melhor evolução e para ter os minutos que tive, mas neste momento estou focado na Seleção”.

Referência na Seleção A: “Obviamente tenho referências na Seleção A, desde sempre a minha principal referência foi o Bruno Fernandes, mas mesmo o Vitinha é uma grande referência, o João Neves... O Vitinha que joquei contra ele agora e deu para perceber porque é que joga e é tão bem elogiado por toda a gente, porque é realmente um grande jogador, sem dúvida uma referência para mim. Acho que tento pegar um bocado de cada um e tentar colocar no meu jogo. Talvez nem sempre é possível chegar a esse patamar, pegar um pouco de todos e chegar ao nível onde estão, mas no que puder vou trabalhar para chegar”.

Mudança de chip: “Vir à Seleção é uma honra e saímos do contexto de clube para a seleção. Neste momento temos que mudar o chip porque estamos aqui para representar o nosso país. Já não é só o nosso clube, representamos todos: nossas famílias, o nosso clube e a nossa nação. Por isso essa é a mudança de chip, vai muito por aí”.

Adaptação a um sistema diferente: “Vou fazer o que o míster pedir. Já disse que sou mais um para ajudar, no que eu puder vou dar tudo. O que puder fazer para ajudar a equipa, vou fazê-lo e pronto”.

Azerbaijão e Escócia: “Vão ser dois jogos muito complicados, como todos os que jogamos na Seleção porque, lá está, também jogamos contra os melhores jogadores dos outros clubes e trabalhamos, observamos para dar a melhor resposta possível, neste caso conseguir duas vitórias. Mas pensamos agora primeiro no jogo com o Azerbaijão que é o mais importante e esperamos conseguir os três pontos”.

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