Acompanhe as incidências e o relato do encontro
Regresso a uma final: "Todos queremos estar nas grandes decisões, conquistar títulos. Para mim, estar presente em mais uma, é importante, tal como é para os meus companheiros, clube e adeptos. Temos um grande desafio pela frente. Vamos dar o nosso melhor".
Friburgo em casa: "Os registos em casa são impressionantes. Têm vitórias com o seu público, que os puxa para a frente nos momentos cruciais. Mas sabemos disso. Já estivemos em grandes ambientes. Na última eliminatória foi um deles e conseguimos o nosso objetivo. Vamos tentar impôr o nosso jogo dentro de campo e ganhar para estar presentes na final".
Ausência de Grillitsch: "Adaptamo-nos, tanto eu, ele, o Gorby, o Demir, o Moscardo, adaptamo-nos uns aos outros. É para isso que serve a época toda. Para sabermos o que o nosso companheiro pode ou não fazer em determinados momentos de jogo. O meu jogo é tentar fazer o melhor para ajudar o SC Braga. É o que tenho feito em todos os jogos".
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Experiência e mensagem ao grupo: "O grupo está motivado para fazer um grande jogo. Tento transmitir, sempre que posso, positivismo. Sabemos as dificuldades que vamos ter pela frente. O Friburgo vai querer dar a volta ao resultado, com o apoio do público. Queremos ter personalidade para nos superiorizarmos e ganhar o jogo amanhã (quinta-feira)".
Carlos Vicens: "Já tive vários treinadores. O mister tem um estilo de jogo que me agrada. Também vejo o futebol com essas características: ter bola, criar oportunidades e um jogo de pé para pé, a acreditar muito nos jogadores. Já todos viram o que o mister tentou implementar no futebol do SC Braga. É dar mais uma alegria ao mister, que ficará todo contente, e nós também, com uma passagem à final".
Ricardo Horta: "Ele é intocável, tanto dentro como fora do campo. Ele é muito positivo e isso transmite-se dentro e fora do campo. É bom estar connosco, é o nosso capitão. Tem tido influência no nosso jogo e está cá para nos ajudar".
Acumular de jogos: "Se não contasse estar nestas decisões, já teria desistido. São muitos jogos? Para mim, às vezes parecem poucos. Por mim, jogava todos os jogos 90 minutos. Não é fácil tomar decisões, eu sinto-me satisfeito por estar nesta situação. É para isto que jogo futebol, para dar o meu melhor e contribuir dentro e fora de campo, mas gosto mais de contribuir dentro. Todos os jogadores olham para as finais como um objetivo. Espero ajudar para estarmos na final de Istambul, que é o nosso objetivo".
Futuro como treinador: "Não sei se vou ser treinador ou não, mas este é mais um ano de aprendizagem, seja a jogar ou para o meu futuro. Estou focado no presente, em dar o meu melhor e absorver o que tiver para absorver para ser melhor jogador ou treinador, se for esse o caso no futuro".