Recorde as incidências da partida
O Athletico-PR ameaçou logo no primeiro minuto, com Kevin Viveros a obrigar Carlos Miguel a uma boa defesa. A equipa visitante só voltou a rematar cerca de meia hora depois. Pelo meio, o Palmeiras assumiu praticamente toda a posse de bola, circulando à procura de espaços, embora com poucas soluções claras.
Uma boa iniciativa de Arthur pela esquerda, que quase encontrou Allan, e um passe de Andreas Pereira que por pouco não chegou a Flaco foram as melhores ocasiões até então. Até que surgiu a principal arma: a bola parada.
Gustavo Gómez disputou a bola pelo ar, ganhou a sobra e finalizou de pé esquerdo para o fundo das redes.
Em desvantagem, o Furacão foi obrigado a subir linhas e acabou por conceder alguns contra-ataques ao Palmeiras, mas pouco aconteceu até ao intervalo. O lance mais perigoso surgiu de uma jogada individual de Viveros, travada no momento decisivo.
O cenário alterou-se logo no início da segunda parte, quando Murilo cometeu falta sobre Viveros junto ao meio-campo, viu o segundo cartão amarelo e foi expulso.
Bruno Fuchs entrou para o lugar de Flaco, reforçando a defesa e deixando o Palmeiras sem uma referência ofensiva, mas com atacantes mais rápidos para explorar a transição. Ainda assim, a equipa não conseguiu criar muitas oportunidades, tal como o Athletico-PR não conseguiu chegar ao empate, apesar de ter aumentado a posse de bola de 37% para 64%.
O Furacão ainda acreditou numa oportunidade de ouro quando o árbitro Felipe Fernandes de Lima assinalou grande penalidade por alegada falta de Luiz Benedetti, que tinha acabado de entrar, sobre Kevin Viveros.
Chamado pelo VAR, o árbitro reviu o lance e acabou por reverter a decisão. O Athletico-PR pressionou bastante nos minutos finais, mas o Palmeiras conseguiu segurar a vantagem.