A equipa orientada por Antonio Conte atravessa um momento fulgurante de resultados, mas procura reencontrar a consistência exibicional. Apesar dos cinco triunfos seguidos - o último dos quais frente ao Milan (1-0), na segunda-feira -, os napolitanos não vencem por mais de um golo de diferença desde 04 de janeiro, na visita à Lazio.
Desde então, somaram oito vitórias, todas pela margem mínima, sofrendo invariavelmente com a pressão final dos adversários. O objetivo em Parma passa por igualar a marca de sete vitórias consecutivas alcançada na época passada, que culminou na conquista do Scudetto.
Banco de suplentes ganha peso e Hojlund de volta
Um dos segredos da recente subida de forma tem sido a profundidade do plantel. Frente ao Inter, as entradas de Politano e Alisson foram decisivas para desbloquear o marcador, provando que as opções de Conte estão prontas a corresponder. Para o encontro de domingo, as notícias são positivas com o regresso de Hojlund, já recuperado de problemas gástricos e pronto para voltar a atacar as balizas contrárias.
Por outro lado, o capitão Di Lorenzo continua a recuperar de uma cirurgia ao pé e deverá integrar os treinos na próxima semana, com o objetivo de ser opção frente à Lazio, a 18 de abril, enquanto Neres, Rrahmani e Vergara permanecem entregues ao departamento médico.
O caso Lukaku
Fora das quatro linhas, as atenções estão viradas para a Bélgica. Romelu Lukaku continua ausente, a treinar por conta própria e a acompanhar os filhos em torneios de camadas jovens. O avançado é esperado em Itália na próxima semana, onde enfrentará uma multa pesada e uma conversa determinante com a direção e com Antonio Conte.
Embora a relação com o clube tenha sofrido um desgaste público, a ligação pessoal com Conte poderá ser a chave para reintegrar o avançado na reta final do campeonato. Por agora, o treinador recusa-se a comentar o tema, focando-se exclusivamente num Parma que, já com a manutenção garantida, jogará sem a pressão do resultado