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"Gosto de desafios. São os jogos que queres disputar como futebolista. Grande jogo contra grandes adversários. Não me concentro tanto nos defesas-centrais adversários, mas sim em mim próprio, embora saiba que vai ser uma grande batalha e estou desejoso de a ter". Foi assim, convicto e otimista, que o avançado norueguês do Atlético de Madrid se mostrou quando lhe perguntaram, no Media Day organizado pelo Atlético de Madrid, como se sente perante o duelo com o Arsenal e a possibilidade de defrontar adversários como Gabriel ou Saliba.
Portanto, pressão não é problema. Ou melhor, é bom senti-la. "Acho que é um privilégio, significa que estivemos muito bem como equipa, que chegámos longe. Claro que há quem sofra com isso, mas para mim não é nada, quero senti-la".
Por isso, tanto lhe faz se atribuem ou não o favoritismo ao Atlético ou ao Arsenal. "Não pensamos nisso, só em nós próprios, fazer o nosso jogo e vencer", pois considera que tanto ele como os seus colegas chegam "muito bem, queremos vencer e estamos preparados".
Tal como ele, há um colega que também pode contribuir, mesmo a partir do banco: Álex Baena, que finalmente parece ter conquistado espaço no conjunto colchonero, oferecendo uma assistência ao próprio Sorloth. "Fiquei muito feliz pelo Baena, sei melhor do que ninguém o que ele pode fazer e que pode ser difícil adaptar-se ao Atlético, mas conheço-o do Villarreal e sei o que pode dar dentro do relvado. Foi como um flashback do Villarreal com essa assistência incrível".
Agora falta Simeone considerar que ambos podem ser titulares. E se não for o caso, para Sorloth não há problema. "Temos muitos jogos, a prova é que já levo 100, por isso rodar é obrigatório, logicamente gostaria sempre de jogar os 90 minutos, mas é importante contribuir também quando se entra a partir do banco".