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Barcelona não perdoa Istvan Kovacs e apresenta nova queixa à UEFA após eliminação da Liga dos Campeões

O clube catalão defende que várias decisões de arbitragem em ambas as mãos do confronto, vencido pelo Atlético de Madrid por 3-2 no total, “não respeitaram as Leis do Jogo, resultando de uma aplicação incorreta do regulamento e da ausência de uma intervenção adequada do sistema VAR em lances decisivos”.

O Barcelona, que terminou ambos os jogos em inferioridade numérica, após as expulsões de Pau Cubarsi e Eric Garcia, considera ter sido prejudicada em várias situações polémicas, incluindo dois lances de grande penalidade que não foram analisados pelo VAR.

“A acumulação destes erros teve um impacto direto no desenrolar dos encontros e no resultado final da eliminatória, causando prejuízos desportivos e financeiros significativos ao clube”, afirmaram os responsáveis do campeão espanhol.

Além disso, o Barcelona referiu que “reitera os pedidos anteriormente dirigidos à UEFA” e manifestou disponibilidade para colaborar com o organismo europeu para “melhorar o sistema de arbitragem, visando uma aplicação mais rigorosa, justa e transparente do regulamento”.

A UEFA tinha rejeitado na terça-feira, 14 de abril, como “inadmissível”, a primeira queixa do clube, que dizia respeito a uma mão cometida pelo defesa do Atlético de Madrid, Marc Pubill, na primeira mão, vencida pelos madrilenos por 2-0.

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