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Rúben Neves lembra Diogo Jota e garante: "A nossa convicção é voltar só depois do dia 19 de julho"

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Diogo Jota: “Já falámos muito sobre isso e dizemos sempre o mesmo. Às vezes é preciso agarrar algo para ir buscar uma força extra nos momentos mais difíceis, inevitáveis nestas competições, e esse vai ser um dos aspetos que nos pode fazer chegar onde queremos chegar”.

Pressão: “Todos os jogadores estão habituados a este tipo de pressão, jogam em grandes equipas, tivemos quatro a ganhar a Champions pela segunda vez. Somos uma grupos jovem, mas experiente. É uma pressão positiva, sabemos que temos qualidade e podemos chegar a grandes conquistas por Portugal”.

Polivalência: “É uma mais-valia para qualquer jogador poder fazer duas ou mais posições. Fiz muitos minutos como central, devido a algumas lesões, não seria a primeira vez que o faria na seleção. Sou médio, mas estou preparado para ajudar a seleção com o que for necessário”.

Samu Costa: “Já teve connosco antes, é uma mais-valia para a seleção, como todos os que aqui estão. Cada um a dar o melhor”

Objetivo pessoal: “O título é o grande objetivo, de todos os jogadores. É difícil falar de um individual, estamos focados no que podemos ganhar como país. Melhor marcador não vou ser de certeza (risos)”.

Penálti na Liga das Nações: “Foi dos golos mais importantes da minha carreira, por isso se voltar a acontecer neste mundial que seja da mesma forma, para passar a próxima fase ou vencer a competição. Mas preferia ganhar nos noventa minutos, e não nos penáltis”.

Final: “Vamos começar desde hoje a preparar o Mundial da melhor maneira possível. A nossa convicção é voltar só depois do dia 19 (final). Temos de ter expectativa, mas responsabilidade. É uma competição difícil, com muitos fatores em jogo, mas a nossa seleção tem o objetivo de chegar à final e vencer. A nossa convicção é voltar só depois do 19 e com o título”.

Al Hilal: “Considero que as épocas são positivas, temos de ficar com as coisas boas que fizemos e melhorar os aspetos negativos. Toda as épocas são boas para aprendizagem e servem para ganhar experiência. Conseguimos um título, estivemos na luta pelo campeonato até ao final. Fiz muitos minutos, estou numa das melhores fases da carreira, chego confiante”.

Golos: “É sempre bom quando conseguimos ajudar a equipa com golos, assistências, ser influentes. Esta época correu bem nesse aspecto e é algo que se puder trazer para a seleção será benéfico. Espero dar continuidade a essa veia goleadora no Mundial”.

Diferenças como central ou médio: “Como central vejo o jogo de frente, tenho uma visão mais abrangente. Como médio jogo de costas e tenho de ter a capacidade de ver o que se passa antes de receber, é a mais-valia dos grandes médios. Estou confortável com as duas situações, depende do movimento coletivo da equipa. Quando baixo, os laterais sobem, quando baixo é para dar mais espaço ao central. Farei qualquer uma das situações”.

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