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Balanço da Liga: Moreirense aguenta sétimo lugar após abrandar na segunda volta

Apenas inferior às equipas treinadas por Ivo Vieira, em 2018/19, e Rui Borges, em 2023/24, ambas sextas classificadas, a formação da vila de Moreira de Cónegos concluiu a primeira volta no sexto posto, com 27 pontos, antes de somar 16 na segunda metade e de descer para o sétimo lugar, com 43.

Apesar da quebra de rendimento, o emblema do concelho de Guimarães alcançou, sem dificuldades, a permanência no escalão maior, principal objetivo da temporada, e superou o 10.º lugar da época 2024/25, em que somara 40 pontos.

Sob o comando de Vasco Botelho da Costa, treinador contratado no início da época, após garantir o regresso do Alverca à Liga, os cónegos concluíram a terceira jornada no terceiro lugar, após derrotarem Alverca (2-1), Santa Clara (1-0) e Vitória SC (2-0).

Depois de cinco vitórias e dois desaires nas sete primeiras rondas, o Moreirense atravessou um ciclo de oito partidas em que venceu somente o Arouca (2-0), à 10.ª jornada, antes de encetar uma retoma em janeiro, com três vitórias em cinco desafios, e de viver a pior fase da época entre fevereiro e abril.

Afetados por várias lesões nessa fase e pela ausência de substituto à altura de Guilherme Schettine, ponta de lança que rumou aos chineses do Tianjin Jinmen Tiger no mercado de inverno e que, ainda assim, foi o melhor marcador cónego, com nove golos, os minhotos só derrotaram o Rio Ave nessa fase, em Vila do Conde, por 2-1, à 22.ª jornada.

Sexto classificado após essa ronda vitoriosa, o Moreirense desceu para o oitavo lugar no final da 29.ª ronda, altura em que já estava arredado de uma eventual luta pelo acesso às provas da UEFA, e recuperou uma posição com os sete pontos somados nas derradeiras cinco jornadas.

Incapaz de somar pontos frente aos quatro primeiros classificados – o campeão FC Porto, o Sporting, o Benfica e o SC Braga -, a formação vimaranense contabilizou mais pontos em casa (27) do que fora (16).

Assente num sistema tático 4-2-3-1, o Moreirense foi uma equipa com iniciativa atacante e teve em Alanzinho, médio prestes a sair após quatro épocas no clube, o jogador mais influente, com cinco golos e cinco assistências, e maior utilização, seguido pelo central Maracás e o lateral Diogo Travassos.

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