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Liga Europa: SC Braga tenta recuperar lesionados rumo à segunda final europeia

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Há precisamente 15 anos, em 05 de maio de 2011, um golo de Custódio bastou para os bracarenses alcançarem uma inédita final europeia, ao vencerem em casa o Benfica por 1-0, após a derrota na primeira mão, na Luz, por 2-1, numa época em que os golos fora ainda valiam a dobrar em caso de empate.

Os arsenalistas, treinados por Domingos Paciência, jogaram depois em Dublin, com outra equipa portuguesa, tendo perdido o troféu para o FC Porto orientado por André Villas-Boas, atual presidente dos dragões, por 1-0.

Na passada quinta-feira, em Braga, na primeira mão das meias, a equipa de Carlos Vicens venceu o Friburgo por 2-1, com golos de Tiknaz (oito minutos) e Dorgeles (90+2'), com Grifo a empatar pelo meio para os germânicos (16').

A atravessarem uma onda de lesões, os minhotos têm esperança de recuperar alguns jogadores para o jogo no Estádio Europa-Park, em Friburgo, sobretudo Victor Gómez, que fraturou uma mão no primeiro jogo e falhou o jogo do campeonato no domingo (empate 1-1 com o Estoril Praia), e Gabri Martínez, que ficou de fora dos dois últimos jogos da equipa por causa de um problema muscular.

Mais difícil, mas não totalmente descartada, será a recuperação de Arrey-Mbi, Grillitsch e do capitão Ricardo Horta.

A presença do internacional português, que saiu com queixas na coxa direita a meio da primeira parte diante do Friburgo, seria, contudo, uma surpresa porque, no dia seguinte ao encontro, o SC Braga confirmou a lesão muscular e informou que o capitão falharia os dois próximos encontros.

Contudo, e como o treinador Carlos Vicens frisou após o jogo com os canarinhos, o staff médico dos bracarenses está a fazer todos os esforços para recuperar os jogadores que tenham “uma pequena chance” de viajar para a Alemanha.

Barisic, Niakaté e Diego Rodrigues têm lesões cuja recuperação os impede de ser opção, enquanto Moscardo, que falhou a primeira mão por castigo, está de volta.

O Friburgo, sétimo classificado da Bundesliga, vem de um empate caseiro com o Wolfsburgo (1-1), no domingo, no qual o seu treinador, Julian Schuster, fez apenas três alterações em relação à equipa que alinhou de início em Braga, e não vence há quatro jogos seguidos (mais três derrotas).

Na outra meia-final, num confronto inglês, o Aston Villa vai tentar anular a desvantagem de 1-0 trazida da primeira mão do reduto do Nottingham Forest, equipa orientada pelo português Vítor Pereira e que, nos quartos, eliminou o agora campeão nacional FC Porto.

No jogo no City Ground, na passada quinta-feira, o experiente internacional neozelandês Chris Wood fez o único golo da partida, na conversão de uma grande penalidade, e colocou na frente da eliminatória a turma de Vítor Pereira, que, como técnico-adjunto, venceu a Liga Europa de 2010/11, pelos dragões.

Do outro lado, está o treinador recordista de conquistas da Liga Europa (quatro), três pelo Sevilha (2013/14, 2014/15 e 2015/16) e uma pelo Villarreal (2020/21), o espanhol Unai Emery.

A equipa de Birmingham era apontada como favorita, até por seguir na quinta posição da Premier League, com os mesmos pontos que o quarto, o Liverpool, enquanto o Forest é apenas 16.º e luta pela permanência, mas as equipas vivem momentos opostos.

A equipa de Vítor Pereira está em alta, com cinco triunfos seguidos e 10 jogos sem perder, entre campeonato e Liga Europa, enquanto o Aston Villa regista três derrotas seguidas.

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