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Arbeloa e o estatuto de suplente de Carvajal: "Vou pensar no que é melhor para a minha equipa"

Recorde as incidências do encontro

O público merengue criticou por momentos os seus jogadores, embora com menos intensidade do que noutras ocasiões esta época, e assistiu ao Glorioso a justificar a possibilidade de pontuar no Santiago Bernabéu. A diferença de qualidade entre as duas equipas acabou por ser determinante e garantiu o triunfo na capital. Arbeloa foi muito sucinto ao referir-se a Carvajal e mostrou-se bastante mais afetuoso com os restantes jogadores de quem falou. Eis a sua análise:

Vinicius: "Não é a primeira vez que isto nos acontece. Nos últimos meses, o Vini conseguiu recuperar e fez sempre um enorme esforço em momentos de grande dificuldade. Foi capaz de carregar a equipa às costas. Não podemos negar-lhe a atitude de querer sempre mais, de voltar a tentar e de nunca se esconder. Tem uma coragem enorme. É um grande madridista, sente muito o emblema e a camisola. Fico muito satisfeito quando o público o recompensa com aplausos. É isso que espero sempre desta relação. Tenho a certeza, espero e desejo que queira ficar muitos anos no Real Madrid".

Os assobios ao brasileiro: "Não sinto que seja algo generalizado, nem que aconteça todos os dias ou apenas com o Vinicius. Este debate vai acompanhar-nos sempre, tal como a exigência deste estádio e desta massa adepta. O que querem é tirar sempre o melhor dos seus jogadores. Foi assim que o entendi quando me assobiaram enquanto jogador, como um sinal de exigência, sabendo o que cada um pode e deve dar como jogador do Real Madrid. Fico contente com o que o Vinicius fez hoje (terça-feira), ao transformar esses primeiros assobios em aplausos. Já o fez muitas vezes e outros também o conseguiram no jogo de hoje. Isso é o que importa”.

Estatuto de suplente de Dani Carvajal: "Tenho 23 jogadores. Qualquer jogador do Real Madrid tem hipóteses de ir ao Mundial. Se me permitirem, vou pensar no que é melhor para a minha equipa".

Camavinga: "Voltou a estar em campo, a jogar e a ajudar a equipa, que é o que pretende. É um jogador com muita personalidade. Apesar da sua juventude, já tem grande experiência e sempre que for preciso, como hoje, vai entrar em campo. Nestes meses foi um jogador importante, que somou sempre minutos, seja de início ou na segunda parte. Tal como o Vini, chegou muito novo ao Real Madrid e conquistou, em poucos anos, muitos títulos importantes. Não só tem a confiança do seu treinador, como acredito que de todo o clube, e estou certo de que também da parte dos adeptos".

"Há Liga", diz Arbeloa

Bellingham: "Vem de onde vem. No outro dia, em Munique, foi o primeiro jogo em que fez 90 minutos após muito tempo lesionado. Na sexta-feira temos outro jogo. Depois do que aconteceu com o Militão, não quis correr qualquer risco porque preciso dele ao máximo para sexta-feira. O Bellingham tem sempre essa mentalidade, essa ambição e essa vontade, que mesmo num jogo assim quer continuar a ajudar e a somar minutos em campo. Gosto disso, mas não é preciso dar-lhe mais importância e vamos vê-lo novamente em campo na sexta-feira".

Maio: "Espero que não se torne nem longo nem curto. Temos seis jogos, o próximo daqui a três dias. Queremos vencer estes sete jogos, aconteça o que acontecer com a Liga. É o objetivo que traçámos enquanto grupo, saber que cada encontro conta. Já estamos a pensar em muitos dos aspetos que temos de melhorar enquanto equipa. Ser capazes de lutar em cada jogo, independentemente do adversário ou do que está em disputa, é uma das coisas que temos de melhorar. Como objetivo, nos seis jogos que restam vamos entrar para ganhar".

Mensagem para o balneário: "Temos uma exigência e uma responsabilidade. Algo que temos de melhorar, se queremos ser capazes de ganhar a Liga no próximo ano, é exigir-nos a nós próprios. Temos de aumentar a autoexigência, independentemente do que está em jogo e do adversário. Temos de ser capazes de exigir muito mais de nós. Para isso, temos de começar já e ir atrás dos seis jogos que faltam".

Situação na LaLiga: "Enquanto matematicamente tivermos hipóteses, claro que há Liga. No dia em que, se chegar, não as tivermos e perdermos a Liga e o Barcelona a ganhar, daremos os parabéns. Até lá, vamos continuar a lutar por ela e, se chegar esse dia em que a perdermos, os jogos que restarem vamos continuar a disputá-los. Não há dúvidas quanto a isso, porque é o que nos é exigido, mas até ao fim e enquanto houver possibilidades, temos de continuar a lutar".

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