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Pochettino esquece derrota com Bélgica e já olha para Portugal: "Precisamos de melhorar"

Reveja aqui as principais incidências da partida

Os coanfitriões do Mundial sofreram uma derrota por 5-2 num particular com a Bélgica em Atlanta e vão enfrentar novo teste exigente no mesmo palco já na terça-feira, frente a Portugal.

Foi apenas a quinta vez em quatro décadas que os Estados Unidos sofreram cinco golos num jogo, mas Pochettino sublinhou que é preferível perder de forma pesada num encontro de preparação para o Mundial do que quando a competição arranca em junho.

“Vejo isto como um bom teste de realidade para nós, porque agora é o momento de sentir este tipo de situação, para melhorar. Precisamos de melhorar, sem dúvida”, afirmou aos jornalistas: “É apenas um jogo. É só um encontro em que nada correu a nosso favor. Estou desiludido com o resultado, mas olhando para a exibição, não podemos dizer que os jogadores não se empenharam.”

O selecionador dos Estados Unidos reconheceu que será difícil convencer os adeptos de que há aspetos positivos a retirar da derrota, mas acrescentou: “Por vezes, sentir a dor faz bem.”

“Acredito que houve muitos aspetos positivos e, com este tipo de resultados, é melhor que aconteça agora.”

Os Estados Unidos jogaram sem o defesa central de referência Chris Richards e o médio centro Tyler Adams, ambos lesionados, o que se refletiu numa menor agressividade em certos momentos.

“Faltou-nos agressividade”, acrescentou Pochettino: “Mas no momento em que igualámos a intensidade da Bélgica, estivemos ao mesmo nível ou até melhor. O problema foi manter essa intensidade.”

Os norte-americanos dispuseram de oportunidades e, em particular, destacou-se um falhanço flagrante do capitão Christian Pulisic em frente à baliza. Depois de se desembaraçar com grande classe, rematou muito ao lado quando tinha o golo à mercê.

A Bélgica respondeu de imediato e passou para a frente, 2-1, depois de os Estados Unidos terem inaugurado o marcador.

“É frustrante para mim, tem sido uma fase complicada. Mas sinto-me confiante na forma como estou a jogar”, afirmou Pulisic.

Deverá ser um dos jogadores-chave dos Estados Unidos, cuja participação no Mundial começa a 12 de junho frente ao Paraguai, em Los Angeles.

“Estou a criar oportunidades. Por isso, só tenho de manter uma atitude positiva e continuar”, afirmou.

Os norte-americanos são coanfitriões do Mundial, que decorre de 11 de junho a 19 de julho, juntamente com o Canadá e o México.

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