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Perfil: Silvino, um guarda-redes que brilhou no Benfica e como adjunto de Mourinho

Nascido em Setúbal em 1959, Silvino fez a sua formação no Vitória FC, clube no qual fez a sua estreia na equipa principal em 1978/79 e, depois de quatro épocas, rumou para o Vitória SC, no qual cumpriu duas temporadas.

No Benfica, para o qual se transferiu em 1984/85, assumiu a baliza encarnada após ter cumprido um ano de empréstimo no Desportivo das Aves, tendo ao longo de oito temporadas conquistado quatro títulos nacionais (1986/87, 1988/89, 1990/91 e 1993/94), três Taças de Portugal (1984/85, 1986/87 e 1992/93) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (1989).

Ficaram na memória as duas finais perdidas na Taça dos Campeões, a primeira em 1988, derrota nos penáltis para os neerlandeses do PSV Eindhoven, e a segunda em 1990, derrota diante do AC Milan, na qual foi o capitão de equipa.

Em 1994/95, Silvino regressou ao Vitória FC, para cumprir uma época, rumando na temporada seguinte ao FC Porto, no qual se manteve duas épocas, disputando apenas 21 jogos, mas conquistando dois títulos nacionais (1995/96 e 1996/97) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (1996).

Na seleção nacional, Silvino, que em 1997/98 rumou para o Salgueiros, clube no qual terminou a carreira de jogador no final da temporada de 1999/00, cumpriu um total de 23 jogos.

Após a carreira entre os postes, Silvino encontrou uma segunda vida no treino de guarda-redes e encontrou o sucesso ao integrar a equipa técnica de José Mourinho.

Ao lado de Mourinho, Silvino esteve nas conquistas da Taça UEFA e Liga dos Campeões pelos dragões, seguindo-se as conquistas em Inglaterra com o Chelsea, a Liga dos Campeões ao serviço do Inter Milão, a passagem pelo Real Madrid e a conquista da Liga Europa com o Manchester United.

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