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Libertadores: Fluminense vence o Bolívar, mas continua em risco (2-1)

Recorde as incidências da partida

A massa associativa criou o ambiente esperado no Maracanã e os jogadores do Fluminense responderam em campo. A equipa carioca entrou forte e encostou o Club Bolívar à sua área desde os primeiros minutos, chegando à vantagem logo aos seis minutos, por intermédio de Luciano Acosta. Tudo fazia prever uma vitória tranquila, sobretudo pelas várias oportunidades criadas, mas as fragilidades defensivas voltaram a sair caras.

No primeiro verdadeiro aviso do Bolívar, aos 24 minutos, Melgar aproveitou a indecisão defensiva do Fluminense para empatar a partida. O golo inesperado transformou rapidamente o ambiente de euforia no Maracanã em tensão e incredulidade. O futebol envolvente dos primeiros minutos deu lugar a uma equipa nervosa, precipitada e com dificuldades em assumir o jogo até ao intervalo, perante uma mistura de assobios e apoio vindo das bancadas.

O Fluminense manteve-se intranquilo na segunda parte e nunca conseguiu recuperar o nível exibicional do arranque da partida. No banco, o adjunto Maxi Cuberas, com Luis Zubeldía suspenso, lançou várias unidades ofensivas, incluindo Germán Cano, que regressou após cerca de mês e meio de ausência. Ainda assim, Lucho ressentia-se da falta de apoio na construção ofensiva.

Na base da pressão final, John Kennedy aproveitou uma sobra na sequência de um cruzamento de Yeferson Soteldo para devolver a vantagem ao Fluminense. Samuel Xavier e Castillo ainda desperdiçaram boas oportunidades para ampliar a diferença, mas a equipa não evitou os assobios no apito final.

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