O Feyenoord prossegue a sua luta pelo segundo lugar na Liga e por um lugar na próxima edição da Liga dos Campeões, com uma deslocação ao terreno do Fortuna Sittard, que ocupa a 12.ª posição, no domingo, mas não é certo que Sterling faça parte da equipa.
O antigo internacional inglês, que assinou contrato de curta duração em fevereiro, foi titular em quatro jogos da Liga e entrou como suplente em três, mas ainda não conseguiu marcar qualquer golo.
Mostrou-se visivelmente frustrado ao ficar no banco no duelo decisivo frente ao NEC Nijmegen, terceiro classificado, no mês passado, tendo sido lançado nos últimos 15 minutos da vitória do fim de semana passado diante do Groningen.
O Feyenoord já não pode conquistar a Liga, pois está a 19 pontos do campeão PSV, mas ainda tem muito em jogo, com uma vantagem de apenas três pontos sobre o NEC Nijmegen, terceiro classificado, na luta pelo segundo lugar.
O treinador Robin van Persie classificou a contratação de Sterling como "uma das maiores transferências da história do clube", mas o rendimento do jogador ficou aquém das expectativas. Ainda assim, Van Persie continua a apoiá-lo, apesar das críticas da imprensa neerlandesa e de algum descontentamento entre os adeptos.
Na conferência de imprensa da semana passada, o treinador revelou ter tido uma conversa positiva com Sterling, considerando que o jogador estava a melhorar e a ganhar forma física, mas afirmou que qualquer decisão sobre a permanência do antigo avançado do Arsenal, Chelsea, Liverpool e Manchester City para a próxima época só será tomada mais tarde.
A mudança de Sterling para o Feyenoord foi algo inesperada, mas foi vista como uma tentativa séria de relançar a sua carreira, depois de ter sido afastado no Chelsea.
“Como jogador livre, tive, pela primeira vez em muito tempo, a oportunidade de decidir o próximo passo da minha carreira. Quis aproveitar para conversar com clubes e com os seus treinadores principais, para perceber melhor o papel que tinham para mim e garantir que podia acrescentar valor real nesta nova etapa”, afirmou na chegada aos Países Baixos.
Não jogava há nove meses antes da estreia pelo Feyenoord, em que foi recebido com grande entusiasmo pelos adeptos, mas desde então tem sido alvo de assobios por parte dos mesmos.