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Taça do Brasil: São Paulo vence Juventude e ganha vantagem, mas sai sob assobios (1-0)

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Apesar da vantagem e das quatro vitórias em seis jogos, os adeptos do São Paulo mostraram insatisfação. Houve assobios à equipa e cânticos de contestação dirigidos a dois alvos: o treinador Roger Machado e o diretor executivo de futebol, Rui Costa, cuja demissão foi exigida por uma claque organizada ao longo da semana.

Duas bolas nos ferros, 19 remates, 68% de posse de bola e 2,02 golos esperados. No marcador, apenas 1-0. Mesmo com a vitória, o São Paulo saiu com a sensação de que o resultado foi curto face à produção ofensiva e à superioridade numérica durante grande parte do encontro.

O cenário foi o esperado na primeira parte: domínio, pressão e golo, apontado de cabeça por Luciano, após cruzamento de Artur. O próprio Luciano sofreu uma entrada dura de Diogo Barbosa no arranque da segunda parte, punida com cartão vermelho após intervenção do VAR. A expectativa cresceu, mas a resposta ficou aquém.

A falta de eficácia na finalização e a exibição inspirada de Pedro Rocha seguraram a vantagem mínima. Calleri ainda dispôs de uma grande penalidade para fazer o segundo, nos minutos finais, mas o guarda-redes do Juventude voltou a destacar-se. Foi o momento que desencadeou os protestos no Morumbi.

Luciano marcou pelo terceiro jogo consecutivo, algo que não acontecia há quase dois anos, desde uma sequência entre junho e julho de 2024. O avançado precisa de prolongar a série para alcançar o seu melhor registo pelo São Paulo: seis jogos seguidos a marcar, entre junho e julho de 2022.

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