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Capitão, líder e recordista: Marten de Roon mostra o seu amor eterno pela Atalanta

A sua equipa nacional é a Atalanta. E Marten de Roon sabe-o muito bem. Porque, apesar de ter disputado apenas 42 jogos pela seleção neerlandesa, o último dos quais há dois anos, o médio nascido em Zwijndrecht está agora em sintonia com a realidade de Bérgamo.

A sua 436.ª aparição oficial no jogo contra o Hellas Verona fez dele o jogador com mais jogos na história da Dea, ultrapassando Gianpaolo Bellini. Mas isso não é tudo.

Porque o neerlandês, que chegou no verão de 2015 do Heerenveen e voltou dois anos depois após uma breve passagem pelo Middlesbrough, encontrou um lar em Bergamo. Os 23 golos e as 31 assistências são apenas a decoração de uma época extraordinária, em que jogou como titular 92,2% das vezes em que foi chamado.

E foi precisamente a Bellini que dedicou parte da sua carta aberta aos adeptos: "Nesta viagem e com este registo que herdo, gostaria de dedicar um pensamento à bandeira da Atalanta. O meu primeiro capitão, Bergamo Doc, Gianpaolo Bellini. Um homem. Um jogador que mostrou o que significa vestir esta camisola. Orgulho. Respeito. Dedicação. Um exemplo".

Capitão e líder

Até ao momento, De Roon possui impressionantes 30% dos jogos disputados como capitão dos nerazzurri, além de ser o jogador com mais partidas na Serie A (332), na Liga dos Campeões (43) e em competições europeias na história da Atalanta (75). Quase um clube de um homem só, o neerlandês é uma avis rara no futebol moderno, onde um jogador de elite dificilmente fica por muito tempo, especialmente se o clube não for uma equipa europeia de sucesso.

Desde a sua estreia, a 16 de agosto de 2015, no Atalanta-Cittadella, com exceção do interlúdio inglês, De Roon tem sido extremamente fiel à Dea, com a qual levantou o troféu da Liga Europa numa final memorável. Nessa ocasião, de facto, a equipa de Bérgamo derrotou o até então invicto Bayer Leverkusen, recém-coroado campeão alemão.

Ambição

O recorde é uma placa dourada e emblemática na sua aventura com a Atalanta. Uma aventura que ele deixou claro que não quer terminar no verão, dado o ano adicional de opção no contrato que tem com o clube liderado pela família Percassi. De facto, noutra parte da sua carta, escreveu: "A fome ainda está lá. A fome de ganhar. Para continuar a crescer. Para deixar algo para trás".

Após tantos anos de amor absoluto, a verdadeira equipa nacional de Marten é a Atalanta. Com a qual quererá continuar a escrever páginas de história. Estritamente em preto e azul.

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