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Cruzeiro ganha 3ª seguida no Brasileirão e quebra jejum histórico contra Remo

Após passar as oito primeiras rodadas em branco, o Cruzeiro está em plena recuperação: todas as quatro vitórias pela Série A saíram nas últimas cinco partidas. Havia saído da zona do rebaixamento pela primeira vez ao bater o Grêmio no último fim de semana e agora aparece em 11º lugar, com 16 pontos.

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A situação do Remo, por outro lado, vai de mal a pior. Não conseguiu manter o embalo após derrotar o Bahia pela Copa do Brasil no meio de semana e sofreu sua sétima derrota. É o vice-lanterna, com apenas oito pontos.

O Cruzeiro recebe o Boca Juniors pela Libertadores na próxima terça-feira (28) e tentará seguir se recuperando no Brasileirão no clássico com o Atlético-MG no sábado (2). No mesmo dia, o Remo visitará o Botafogo.

Raposa quebra jejum histórico

Cruzeiro e Remo haviam se enfrentado 13 vezes na história, entre as duas primeiras divisões do Brasileirão e um confronto recente pela Copa do Brasil em 2022.

Veja os detalhes de Remo 0x1 Cruzeiro

Os paraenses ainda levam vantagem porque esta foi apenas a terceira vitória do Cruzeiro em todos esses jogos (4E, 7D). E a primeira fora de casa. As outras duas, em Belo Horizonte, haviam sido em 19792022.

Pela Série A, o retrospecto do Remo contra o Cruzeiro agora é de quatro vitórias, quatro empates e duas derrotas.

Arroyo decide

Houve três vezes mais faltas (22) do que finalizações (7) no primeiro tempo. Chances claras de gol, menos ainda. O Cruzeiro insistiu pelos lados, mas não estava tão afiado nos cruzamentos. Por baixo ou pelo alto, Bruno Rodrigues teve algumas situações um pouquinho perigosas, antes do Remo balançar as redes.

O gol de Jajá, porém, foi anulado por falta de Yago Pikachu no goleiro Matheus Cunha. E como se tivesse sido acordado pelo lance, o Cruzeiro imediatamente abriu o placar.

Foi um gol bem construído: Bruno Rodrigues deu um toque de calcanhar esperto para Keny Arroyo, que invadiu a área pela direita e bateu cruzado, sem chances para Marcelo Rangel.

O Remo adotou uma postura mais agressiva na etapa final. Nos primeiros 20 minutos, a porcentagem de posse de bola praticamente se inverteu. Ao mesmo tempo, abriu a porta para o Cruzeiro matar o jogo em contra-ataques.

Não conseguiu, em parte porque Rangel fez algumas boas defesas. Também não precisou.

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