ADVERTISEMENTS

Francesco Farioli e o título: "Estamos focados na nossa bolha azul"

Siga o Estrela da Amadora - FC Porto com o Flashscore

Estrela da Amadora: “É um jogo importante, complicado historicamente, e também no presente. É uma equipa a lutar por pontos importantes nesta altura da época. É uma equipa que gosto de alguns padrões, têm uma abordagem semelhante em diferentes momentos do jogo, com muito trabalho feito, jogadores com qualidade individual. Temos de preparar bem o jogo, num estádio com ambiente complicado. É preciso a atitude certa”.

Terem Moffi: “Acho que era claro que ambas as partes queriam separar-se. Nós temos uma opção de compra, vamos ver o que acontece depois de ambas as partes se ouvirem”.

Thiago Silva: “O desejo do clube, de todos os jogadores, o meu, é vê-lo no Mundial. Foi um dos objetivos que me revelou quando falámos, o que disse foi que lhe íamos fornecer uma plataforma para jogar no futebol europeu. Acho que estamos no ritmo certo, desde que se juntou a nós já fez mais de mil minutos, é um número importante a meio da época. Nos jogos europeus foi uma ajuda importante, vai ajudar nos próximos duelos do campeonato. A prioridade é o FC Porto, está à frente de mim, do Thiago Silva, do Diogo Costa. Não há nenhum individuo acima do clube, tomei decisões táticas, não há muito a explicar. Ele tem trabalho muito, com compromisso com o clube e a equipa, está na corrida para estar na lista do Ancelotti. Seria um momento para ele celebrar uma carreira lendária”.

Título: “É um jogo importante, como disse após o Tondela, vamos passo a passo. Estamos focados na nossa bolha azul, onde a única parte que ouvimos de fora é a voz da família portista. Não fazemos cálculos, amanhã é diante do Estrela e depois logo vemos”.

Queixa contra Gonçalo Inácio: “Se voltarmos ao jogo da Taça de Portugal, acho que existe um jogo antes e depois dos cinco minutos. As imagens são claras, há três pessoas próximas da ação para julgar, dois monitores para ver. Acho que houve tempo suficiente para avaliar. Podia ter mudado drasticamente a dinâmica do jogo. É o único comentário que faço do jogo de quarta-feira”.

Efeito da eliminação da Taça de Portugal: “Acho que a voz do Dragão foi bastante alta e não foi a primeira vez. Estamos focados no nosso trabalho, no que temos de fazer, no compromisso com o clube e os adeptos para dar o que merecem. É o que importa. Estamos num momento importante da temporada, com a energia e espírito certo para estas últimas semanas”.

Castigo a Gabri Veiga: “Acho que já fui claro. A minha análise do jogo parou ao minuto cinco. Porque se formos evento a evento, acho que a nossa lista é um bocadinho mais longa do que qualquer outro. Não ficamos felizes por ver jogadores lesionados, mas faz parte do futebol. Também há episódios com a bola longe, vimos o pé do Morten Hjulmand, estou curioso para ver o pé do Gonçalo Inácio”.

FC Porto está de volta: “Acho que a minha frase está relacionada com o espírito. Vimos uma equipa a lutar com desejo, a dar tudo em campo, ser capaz de dobrar o esforço do adversário, acho que podemos dizer claramente que estamos no caminho certo para levar o FC Porto onde pertence”.

Ataque: “Estou muito confiante, os números são o que são, não os podemos negar. O Deniz Gul teve um golo anulado por 30 centímetros, não teve sorte. As exibições dele no Estoril, com o Nottingham Forest e com o Sporting foram boas. Claro que parte da avaliação do avançado tem a ver com os golos e tem existido falta disso, mas o que está a dar à equipa é importante. Assistiu o Gabri Veiga com o Tondela. O Moffi quase marcou ao Sporting. Temos de continuar a fazer as coisas e os golos vão chegar”.

Ausência de Zaidu: “Martim Fernandes está de volta, já se sentia melhor na última semana, cumpriu duas sessões de treino e pode ser opção para o jogo. Zaidu está parcialmente em processo de recuperação”.

Calendário: “Gerimos bem o nosso grupo, a prova chegou nos últimos jogos em que acabámos com 10 homens e o nível dos jogadores foi de alto nível. Esta é uma equipa que chegou do Mundial de Clubes, com uma pré-época curta, poucas férias. É dar os parabéns ao departamento de performance e aos jogadores pela forma como têm recuperado. Temos 49 jogos e em 49 jogos corremos quase mais 5 quilómetros que o adversário. Diz muito do esforço da equipa e é um dos motivos pelo qual acredito que estamos no caminho certo. (a nível geral) Neste calendário com mais de 50 jogos, não é só fadiga física, mas também a nível mental. Não muito longe vamos ter uma decisão da FIFA que ajude a limitar os minutos durante a época, porque ter mais de 5.000, sem jogos internacionais, é insustentável. Rodri é um exemplo que teve muitos jogos e uma lesão grave. Temos de tratar melhor os nossos jogadores”.

Gestão do plantel: “São as vantagens e desvantagens. Estávamos num ritmo de dois dias para recuperar e preparar o próximo jogo, com toda a equipa envolvida. Tenho 18, 19 jogadores que podiam sentir-se parte do 11. Agora há mais tempo, voltamos a um calendário de jogar uma vez por semana, mais tempo para treinar e temos de estar muito bem, sem sobrecarregar fisicamente e mentalmente os jogadores. É um desafio, mas estou convencido que toda a gente se sente parte do grupo e seja qual for a decisão vamos ter 11 jogadores a começar e cinco a entrar, pelo menos 16 vão estar envolvidos por jogo. Já mostrámos a importância dos jogadores que entra e acho que ninguém se pode queixar e estar com calculadora para perceber se vão jogar mais 10 ou menos 10 minutos, mas sim focados nos minutos que vão ter. Temos um grupo maduro o suficiente para perceber isto”.

Autres nouvelles