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Mundial-2026: Borja Iglesias garante que "se tiver oportunidade" vai aproveitá-la

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O galego terá a oportunidade de participar no torneio mais importante do desporto-rei, embora à partida o faça com o papel de terceiro avançado, já que Mikel Oyarzabal fez por merecer ser o titular e Ferran Torres parece ser a principal alternativa ao capitão da Real Sociedad, autor do golo decisivo na final do Europeu.

Sensações a nível individual: "Estou emocionado. Sinto-me muito feliz, contente e com vontade".

O que pode acrescentar: "Nunca fui muito de prometer, tento trabalhar e mostrar. Quero vir para somar no papel que me couber. Se tiver alguma oportunidade, vou aproveitá-la; se não, vou apoiar a partir de fora como qualquer outro".

Dia da lista definitiva dos 26 convocados: "Antes do momento estava tranquilo porque já não dependia de mim, mas quando começou a contagem decrescente fiquei um pouco nervoso".

Receção no Riazor: "Nem sequer tinha pensado nisso e não tenho essa sensação. Quando se joga um dérbi, joga-se de forma diferente, mas é a seleção e o importante é desfrutar do ambiente que se cria. É bonito voltar à Galiza e reencontrar-me com a família e amigos. Estou focado no jogo".

Três coisas que não podem faltar na sua mala: "O meu kit para fazer café de filtro, que partilho com quem gostar; uma máquina fotográfica, porque levo sempre; e a Nintendo para jogar Mario Kart".

"Em baixo" no verão de 2002

Críticas: "Os gostos e as opiniões são assim. Eu foco-me no que me compete. Há pessoas que não estão aqui e que também fizeram por merecer estar, mas não sou eu quem decide".

Jogadores condicionados: "Levamos isso com tranquilidade e naturalidade porque estas situações acontecem. Tenho a certeza de que vão chegar em boas condições e que nos vão ajudar muito".

Sente que teve de trabalhar mais do que os outros?: "Não tenho essa perceção, sinceramente. Sou muito afortunado e vivi muitas coisas na minha vida, e agora estou a viver a mais importante como jogador profissional. Entendo que cada um tem o seu caminho. Sempre senti que trabalhei muito pelas coisas, mas também as recebi e desfrutei delas. Pensar de outra forma seria carregar uma emoção que não me apetece".

Tem ansiedade por marcar o seu primeiro golo por Espanha?: "Não, sinceramente. Obviamente teria gostado de o fazer já, mas muitas vezes não escolhemos os momentos. Em algumas fases custou-me mais, noutras menos. Apetece-me e tenho vontade, claro, mas também aceito não o fazer e que corra tudo bem e desfrute disso".

Primeira memória de um Mundial: "É bonito e emocionante. Até o viver e estar lá não lhe vou dar a importância que tem. Acho que a primeira, a mais nítida, é a da Coreia e Japão. Foi um dia em que fiquei bastante irritado, e nesse verão estive bastante em baixo por causa disso".

Várias coincidências com a edição de 2010: "Os meus amigos comentaram isso nos grupos que temos, mas no balneário estamos focados no nosso caminho. Tudo isso é engraçado e divertido, mas a realidade é que tudo é mais complicado".

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