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Taça dos Países Baixos: AZ de Penetra sagra-se campeão e amplia recorde negativo do NEC (5-1)

Recorde aqui as incidências do encontro

Como é tradição na maioria das finais de taça, o jogo começou lento, com as duas equipas a demorarem a ver para que lado o gato saltava, acabando por terminar um período inicial cauteloso quando Jordy Clasie rematou de longe e viu o seu remate bater na trave aos 24 minutos.

A tentativa de Clasie deu vida ao AZ, que assumiu as rédeas e a liderança quando o lateral esquerdo Mees de Wit foi o beneficiário de um drible sedoso de Ro-Zangelo Daal e bateu um importente Jasper Cillessen, aos 32 minutos.

A qualidade caiu mais uma vez, com o AZ a trabalhar numa velocidade mais baixa, deixando o NEC avançar, enquanto a equipa de Alkmaar não demorou a fechar-se na defesa até ao intervalo. 

Na segunda parte, Kees Smit fez um passe mortífero para a área do NEC, colocando Sven Mijnans em posição privilegiada para aumentar a vantagem do AZ com um remate certeiro que passou perto do poste de Cillessen e deixou o NEC com uma montanha para escalar a 20 minutos do fim.

O médio Peer Koopmeiners - irmão de Teun Koopmeiners, estrela da Juventus, - acabou com as esperanças do NEC, com um remate implacável em contra-ataque, aos 73 minutos. A tentar salvar a vida, o NEC acendeu o rastilho de uma possível reviravolta quando o suplente Koki Ogawa marcou com um cabeceamento, dando à equipa de Nijmegen 15 minutos para, pelo menos, chegar ao prolongamento. Kees Smit confirmou praticamente o triunfo com um belo remate, no primeiro minuto de descontos, e Troy Parrott iniciou a festa nas bancadas com o 5-1 final. 

Pela primeira vez desde 2013 e pela quinta vez na história do clube, o AZ conquistou a Taça dos Países Baixos, tornando-se o clube mais bem sucedido fora dos três grandes (Ajax, PSV e Feyenoord) na história da competição.

O NEC, por seu lado, lamenta mais uma final perdida e aumenta o recorde de seis finais da Taça perdidas. Fica a um do FC Ruggell, um clube amador do Liechtenstein com sete finais perdidas, como os clubes europeus em atividade com mais finais de taças nacionais perdidas sem nunca terem ganho a competição.

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