Rayan ocupa a 32ª colocação, com um valor estimado de transferência de 100,3 milhões de euros (R$ 583 milhões), respaldado por sua boa atuação e gol marcado no amistoso do Brasil contra o Panamá (6 a 2) no último domingo (31).
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Além do cria da Colina, a lista de brasileiros conta com Estêvão na 18ª posição, avaliado em 113,4 milhões de euros (R$ 659 milhões), e João Pedro em 23º, valendo 108 milhões de euros (R$ 627 milhões).
Endrick ocupa a 35ª colocação, com 95,5 milhões de euros (R$ 555 milhões) seguido por Igor Thiago em 44º, 85,6 milhões de euros (R$ 497 milhões), e Vinícius Júnior, que fecha o grupo no 50º lugar, com seu valor de 83,8 milhões de euros (R$ 487 milhões) provavelmente impactado por estar na reta final de seu contrato com o Real Madrid.
O espanhol Lamine Yamal assume o topo do ranking, avaliado na impressionante marca de 358,1 milhões de euros (R$ 2,08 bilhões). O pódio internacional é completado pelo norueguês Erling Haaland, em 2º lugar (227,3 milhões de euros ou R$ 1,32 bilhão), e pelo francês Kylian Mbappé, na 3ª posição (165,7 milhões de euros ou R$ 962,7 milhões).
Seleção mais valiosa
Paralelamente, o peso financeiro coletivo da Seleção também foi mapeado em um estudo recente divulgado pela plataforma TransferRoom. De acordo com os dados apresentados, o Brasil de Carlo Ancelotti detém o 6º elenco mais valioso de todo o Mundial de 2026, com uma avaliação de mercado estimada em 941 milhões de euros (cerca de R$ 5,5 bilhões).
Nessa análise por seleções, o Brasil fica ligeiramente atrás das potências europeias França, Espanha, Inglaterra, Alemanha e Portugal, que lideram a hierarquia financeira da competição.
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