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Mundial-2026: Chris Wood totalmente apto após batalhas com lesões

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Depois de ter sido submetido a uma cirurgia ao joelho esquerdo em dezembro, o avançado de 34 anos regressou à competição pelo Nottingham Forest no mês passado, antes de ser incluído na convocatória do treinador da Nova Zelândia, Darren Bazeley, para a fase final, que decorre de 11 de junho a 19 de julho na América do Norte.

Melhor marcador da Nova Zelândia, com 45 golos em 88 internacionalizações, Wood afirmou que já ultrapassou a fase de recuperação do joelho e está ansioso por defrontar o Irão, o Egito e a Bélgica no Mundial.

"Estou totalmente recuperado. Já estou a jogar há mais de um mês e meio, por isso sinto-me bem, sinto-me em forma, o que é ótimo, e pronto para continuar a atacar a pré-época. Estou apenas feliz por voltar a marcar tanto pelo Forest como pela seleção nacional nesta fase do Mundial. E isso só me deu ainda mais vontade de lutar e conquistar mais, sem dúvida", disse aos jornalistas numa videochamada na sexta-feira.

Invictos na África do Sul

Wood e o defesa Tommy Smith são os únicos jogadores do plantel que representaram a Nova Zelândia na última vez que a equipa disputou o Mundial, quando este foi organizado pela África do Sul em 2010.

Na altura com 18 anos, Wood saiu do banco nos jogos da fase de grupos frente à Itália, à Eslováquia e ao Paraguai. A Nova Zelândia despediu-se com três empates, mas foi elogiada por terminar invicta no seu segundo Mundial e o primeiro desde 1982.

Wood afirmou que o plantel atual é completamente diferente, muito mais técnico e com maior capacidade de posse de bola, em contraste com os jogadores de 2010, que eram "autênticos guerreiros". Ainda assim, mostrou-se confiante de que podem ultrapassar a fase de grupos.

"Esse é o nosso objetivo, e depois construir a partir daí. Não temos ilusões de que vai ser difícil, mas acreditamos que temos qualidade no nosso balneário para o conseguir", afirmou.

A Nova Zelândia inicia o seu Mundial frente ao Irão a 15 de junho em Los Angeles, num jogo que estará sob os holofotes após os ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o país do Médio Oriente.

Apesar de a preparação do Irão ter sido afetada pelo conflito, Wood considera que não serão um adversário fácil.

"Acredito que estão em 21.º, 22.º do mundo, por isso não são nenhuns novatos nesse sentido. Por isso, vão ser difíceis de bater e difíceis de enfrentar. Sei que a equipa técnica (da Nova Zelândia) está a fazer tudo para analisar o Irão. E estaremos prontos, dentro e fora do relvado, para os defrontar", afirmou.

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