Corria o ano de 2020 quando Francisco Medina Luna, mais conhecido como 'Piti', decidiu voltar a calçar as botas para jogar na Terceira Divisão de Madrid pelo Atlético Pinto, clube do qual também detinha parte da propriedade.
Juntamente com ele, Gabriel Moya, Antonio Acosta e o advogado José María Garzón também eram coproprietários do emblema, sendo este último o presidente do clube a quem o ex-jogador do Rayo Vallecano (entre 2007 e 2016, em duas passagens) acabou por riscar o carro em 2022, quando o jurista decidiu assumir o controlo total do clube.
Agora, após o julgamento, Piti foi considerado culpado pelo Tribunal Criminal n.º 22 de Madrid. O catalão, segundo avança o El Mundo, terá de pagar uma multa de 550 euros, correspondente a quatro euros diários durante seis meses, além de suportar a totalidade das custas do processo.
Garzón, que se defendeu a si próprio durante o processo, será igualmente indemnizado pelo valor da reparação do veículo, um Audi Q7, que, de acordo com o mesmo jornal, ascendeu a 798,60 euros.
'Piti', que foi apanhado em flagrante pelas câmaras do centro comercial e pelas queixadas instaladas pelo denunciante no carro, aceitou a sentença, uma vez que era difícil negar a autoria perante as provas em vídeo.