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Mundial-2026: Irão deve reunir-se com FIFA em breve para discutir sobre jogos nos EUA

Um dia depois de o presidente da FIFA, Gianni Infantino, ter reafirmado que o Irão vai participar no Campeonato do Mundo de futebol deste ano e que jogará os seus três jogos da fase de grupos nos Estados Unidos, o homólogo da Federação de Futebol Iraniana, Mehdi Taj, deu conta de que “há muitos assuntos a discutir".

Na quarta-feira, a delegação do Irão cancelou a presença no Congresso da FIFA, evocando um comportamento insultuoso da polícia de imigração à chegada a Toronto, porque o Canadá classificou como grupo terrorista os Guardas da Revolução, braço armado ideológico da república islâmica, sendo que Mehdi Taj é um antigo elemento da Guarda. Contudo, os dirigentes foram convidados a reunir-se com a entidade posteriormente.

Segundo uma fonte familiarizada com a proposta, que falou à agência de notícias Associated Press, o organismo que regula o futebol mundial deverá receber os dirigentes iranianos em 20 de maio, na sua sede, em Zurique, Suíça, três semanas antes da chegada da seleção daquele país a solo norte-americano.

"A nossa posição é que em breve teremos uma reunião com a FIFA", disse Taj, à imprensa iraniana.

No início do conflito no Médio Oriente desencadeado pelos Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro, o Irão chegou a evocar o boicote à competição, antes de pedir, sem sucesso, que a FIFA reagendasse os seus jogos para o México.

O Irão integra o Grupo G do Mundial-2026 e deverá jogar em Los Angeles com Nova Zelândia (15 de junho) e Bélgica (21 de junho), antes de defrontar o Egito em Seattle (26 de junho). A delegação deve ficar alojada em Tucson, no Arizona.

A 23.ª edição do Campeonato do Mundo realiza-se de 11 de junho a 19 de julho e conta pela primeira vez com 48 seleções, incluindo Portugal, numa inédita organização tripartida entre Canadá, México e Estados Unidos.

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