Sektioui diz que é importante que o marroquino seja protegido em termos de como ele é administrado pelo clube e pelo país.
"A situação dele é insólita, mas ele é um jogador completo. Ele é utilizado esporadicamente, não é uma questão de nível, mas de sintonia com as decisões da comissão técnica", disse à Africa Foot.
"A continuidade é essencial para a estabilidade e o desempenho. Alguns treinadores privilegiam os equilíbrios estabelecidos: nestes contextos, um jogador pode ter tempo para conquistar o seu próprio espaço. O seu contrato até 2030 é uma faca de dois gumes", acrescentou.
"Por um lado, protege o clube, por outro, pode tornar-se um constrangimento para o jogador se este não se puder afirmar. Ele precisa de confiança para dar o seu melhor", defendeu Sektioui.
"El Aynaoui é o futuro do meio-campo da seleção marroquina. É preciso ter paciência: o ouro não enferruja no seu caixão. Ele tem qualidade para atingir o mais alto nível", concluiu.